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Este ano as celebracoes foram na Dinamarca. Alugámos um quartinho pelo Airbnb numa casa a beira de um lago a meia hora de Copenhaga. Como alugámos carro a localizacao foi perfeita.
Visitámos algumas cidades além de Copenhaga. Gostámos muito mas é um destino um bocado caro.
Para verem as fotos acompanhem-me no Instagram.

Turismo com o Mano

E a razão da minha ausência. O meu irmão esteve por cá mais de uma semana com a namorada e foi só passeio. Foram os anos dele e celebrámos a grande com um fim de semana longo.
O dia de anos foi sempre a abrir com passeio por Covent Garden, almoço no The Diner em Shaftesbury Avenue, passeio por Bricklane e mini golf, cocktails na happy hour do Apples and Pears, jantar no Yuu Kitchen e ping pong no Bounce em Old Street.
E no Domingo vimos o Benfica ganhar a Taca de Portugal na casa do Sporting de Londres. O meu irmão foi muito bem recebido mesmo equipado com a camisola do Benfica e cachecol. Bebemos muita Super Bock comemos chouriço assado e um belo cozido a Portuguesa.
Para a despedida comemos sushi até rebentar em Camden e bebemos caipirinhas no Spiritual Caipirinha Bar.
Foram uns dias bem bons a aproveitar o melhor de Londres em família.
Agora de volta a vidinha normal, trabalho, casa e passar tempo com amigos e pessoal do trabalho.

Foi Preciso Chorar

Falei com a minha manager ontem de manha porque ainda não estava satisfeita com a resolução da situação. E ficámos na mesma. Ela foi querida mas disse que não podia fazer mais nada.
Fiquei ainda mais chateada.
Durante o dia falei sobre o assunto com um colega meu que é amigo dela. Eu sabia que havia a possibilidade de ele lhe contar o que discutimos mas nem quis saber.
Mais tarde ela chamou-me para mais uma reunião. E começou por me dizer que eu não devia andar a discutir estas coisas no trabalho e blah blah blah. Eu disse que infelizmente estava chateada demais para conseguir não falar no assunto.
Com o andar da conversa e com os nervos comecei a chorar. A minha manager disse para eu não ficar assim e abraçou-me. E só aí começou a puxar pela cabeça para arranjar maneira de remediar a situação comigo.
Lá chegámos a um acordo. Um aumentozinho extra em cima dos 5% e uns dias de férias extra. E hoje ainda me propôs uma mudanca para uma equipa nova e começar um projecto novo.
Pena ter sido preciso chorar mas ao menos ficou tudo resolvido.

Agora é Que me Lixaram

Quando mudei de departamento a última vez levei com um corte no salário porque lhes apeteceu mudar as regras e eu queria tanto mudar que aceitei. E lá se foram 5% ao ar.
Trabalhava muito mais e recebia menos. Mas estava feliz e nunca me arrependi de ter mudado.
Este mês decidiram contratar uma colega minha que veio do mesmo departamento para a minha equipa antiga. E chegou-me aos ouvidos que ela não teve direito a corte salarial!
Fiquei lixada mas aguentei-me uns dias antes de falar no assunto.
Hoje foi o dia. Estava bem disposta e pronta para dar luta. Pedi para falar com a minha manager e lá fomos para a salinha.
Tentou negar e dizer que eram rumores. Depois quis saber quem me deu a informação. E por fim disse que as regras mudam e o que outros ganham não tem nada a ver comigo. Mas que percebe como eu posso achar que isso seja injusto.
Disse-lhe que outra coisa que me estava a chatear era o facto de eu nunca mais ser promovida a sénior. Foi com essa despromoção que perdi os 5% há mais de 2 anos. Não pude manter o titulo por mudar de departamento.
Ela teve reunião com o meu supervisor e assim do nada parece que me vão dar o aumento e o titulo. Mas não estou satisfeita. Se eu mereço a promoção assim sem “fazer nada” porque é que não aconteceu antes? E o dinheiro que recebi a menos durante dois anos?

Tudo a ir Embora!

Está tudo a mudar de emprego. A empresa onde estou tem bom ambiente de trabalho mas há por aí mais umas quantas empresas do sector a pagar bem acima daquilo que recebemos ali. E a tentação é grande. O receio de não me dar bem está presente mas estar a perder boas oportunidades em troca do conforto de trabalhar num sitio familiar e ao lado de casa também me faz comichão.
E neste sector nem precisamos de procurar muito que os recrutadores volta e meia entram em contacto com oportunidades de trabalho.